Inglês no Mercado de Trabalho

A língua inglesa é a segunda mais falada em todo o mundo. Sem dúvidas, é a mais utilizada nas relações internacionais de comércio, negócios, entre outros. O número de intercâmbios feitos aos países de língua inglesa é bem maior que os demais. No Brasil, os principais destinos são Estados Unidos e Canadá, e apesar do Canadá ter uma parte em que se fala francês, a maioria dos intercambistas vai para estudar inglês.

No mundo globalizado, em que as grandes empresas são multinacionais e as pequenas são influenciadas por práticas internacionais de mercado, todas elas estão em busca do profissional que esteja apto a entender essas trocas de serviços. Não por acaso, é comum que todos os formulários de inscrição e currículos informarem se o candidato possui conhecimentos em inglês.

Além disso, a língua foi incorporada no nosso vocabulário e na cultura. Está presente em músicas, filmes, internet: é uma das heranças deixadas no Brasil, eternizado no modo em que consumimos, vendemos e nos relacionamos.

É comum que empresas utilizem essa experiência do funcionário aplicada nas relações de trabalho com outros países para difundir informações e até para estar à frente de negociações, facilitando a comunicação entre as duas partes. O inglês também pode ajudar o candidato a obter conhecimentos específicos de assuntos diversificados, tendo acesso a um acervo enorme de conteúdo produzido por pesquisadores totalmente em inglês. Outro nicho de mercado é justamente a tradução desses textos, de modo que mais pessoas tenham acesso a esses conteúdo.

Mas é importante que o candidato tenha realmente o conhecimento sobre a língua. Vale lembrar que diplomas ou certificados ainda são pré-requisitos para demonstrar a real prática da língua. É certo que no Brasil ainda temos poucas pessoas que falam inglês e que estejam preparadas para usá-lo no mercado de trabalho, mas podemos perceber que isso vem mudando, já que o país é visado pelas empresas. Ainda temos muito que construir, mas é bom que os futuros funcionários e empreendedores tenham a consciência de que isso tem que ser mudado e de que os brasileiros se integrem cada vez mais à comunidade internacional.

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